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CARL THEODOR DREYER

A infância de Dreyer pode se afigurar como a grande influência de seus filmes. O cineasta nasceu como um filho bastardo (com o nome de Karl Nielsen) de um fazendeiro sueco e sua empregada, com a qual viveu apenas durante os primeiros dois anos de sua vida. Como a mãe não tinha condições de criá-lo, o menino foi entregue para adoção ao casal dinamarquês Dreyer, sendo registrado posteriormente com o nome do pai adotivo: Carl Theodor Dreyer.

Dreyer foi criado com severidade e com os valores luteranos de seus padrastros, que sempre o lembravam de que ele deveria começar logo a trabalhar para pagar o que gastavam com sua educação. Eles foram formados com interpretações rígidas da fé. Dreyer só soube de suas verdadeiras origens na idade adulta.

Dreyer sempre falava de sua infância, mas frisava que ela não influenciava de forma alguma seus filmes. Porém, é notável a presença do Sagrado em toda sua obra – a infância de Dreyer deixou marcas profundas em sua psique.

Na escola, o jovem Carl foi considerado um aluno brilhante. Após o término dos estudos, afastou-se da família para realizar serviços burocráticos em escritórios. Anos mais tarde, tornou-se jornalista, fundando, em 1910, o jornal Riget (O Reino).

A experiência no jornal Riget levou Dryer a ter relações amigáveis com uma empresa de aviação. Os conhecimentos técnicos que Dreyer adquiriu sobre aviação fizeram com que ele trabalhasse na Nordisk Film como técnico para o uso de balão de ar quente. Foi aí que Dreyer passou a se interessar pelo cinema.

O jovem Dreyer começou escrevendo títulos e legendas, porém, em 1913, assinou um contrato de exclusividade com a empresa dinamaquesa Nordisk Film para escrever roteiros.

Em 1914 o nome de Dreyer já aparecia nos créditos de Abaixo as armas, filme baseado em uma novela de Bertha Von Suttner. Nesse período, rodavam-se na Dinamarca apenas dezoito a vinte filmes por ano, durante o verão, quando havia sol. Por isso filmar era uma corrida contra o tempo.

Após um ano, Dreyer virou funcionário efetivo da Nordisk Film, demonstrando grande habilidade como montador de filmes. Em 1918, ele realizou seu primeiro filme como diretor: Präsidenten  (O Presidente, 1919). Dreyer, que escolhia seu elenco conforme o perfil psicológico das personagens, aqui dispensou excesso de ornamentos de cenário e uso da maquilagens, buscando autenticidade.

Desde seus primeiros filmes Dreyer abordava temas difíceis como a responsabilidade da separação dos pais no amadurecimento dos filhos, a idealização do auto-sacrifício e a opressão da mulher. A Nordisk Film logo desistiu dos projetos de Dreyer.

O cineasta buscou então as produtoras alemãs, norueguesas e suecas para seus próximos cinco filmes. Com a repercussão de Du Skal Aere Din Hustru (O amo da casa, 1925), o cineasta foi contratado por uma produtora francesa para dirigir La Passion de Jeanne D’Arc (A paixão de Joana d’Arc, 1928).Dreyer concentrou os 29 interrogatórios do processo num único, realizado no dia da execução da Virgem de Orleans, a 30 de maio de 1431.

Numa decorrência lógica da própria forma da Inquisição – uma série de perguntas e respostas carregadas de perigo de morte – Dreyer fragmenta as sequências numa série de grandes planos dramáticos (sequências retalhadas como o corpo de sua mãe) sobre fundo branco, mostrando os instrumentos de tortura, os crucifixos, os rostos feios dos inquisidores, suas indumentárias pomposas, as impressionantes sangrias, detalhes dos ambientes, a turba inconformada e a morte terrivelmente lenta da santa na fogueira. Toda a brutalidade dos inquisidores cai sobre Jeanne em golpes sem tréguas.

“Torturada” pelo diretor durante as filmagens, que a deixava, de cabelos tosados e vestindo um saco de estopa, horas de pé a esperar por cada tomada, para obter de seu rosto as expressoes mortificantes que ele desejava para sua personagem, a traumatizada Falconetti foi a mais Joana d’Arc de todas as Joanas d’Arc do cinema, mas nunca mais se dispôs a fazer outro filme.

Dreyer criou fortes contrastes de luz e sombra usando fundos brancos que faziam ressaltar ao máximo as expressões de sofrimento de Falconetti, de compaixão de Antonin Artaud e de ódio dos feios inquisidores.

Além dos fundos brancos, Dreyer mandou construir um castelo branco, que custou uma fortuna aos produtores, para aparecer em apenas algumas cenas. É impressionante o realismo da sequência da sangria, com o sangue espirrando do braço de Falconetti. Igualmente cruas as tomadas apocalípticas da agonia terrivelmente lenta da santa na fogueira, seguida pela turba inconformada.

Na Alemanha Dreyer realizouDie Gezeichneten (Amai-vos uns aos outros, 1922), sobre um pogrom de judeus;Mikael (Michael, 1924), que ele escreveu com a roteirista Thea von Harbou, um drama espetacular sobre a sofrida homossexualidade de um pintor apaixonado por seu modelo, um jovem inconsequente seduzido por uma condessa vamp; e Vampyr (O vampiro, 1932), onde desenvolve seu realismo psicológico dentro do universo do fantástico.

O cineasta gostava da iluminação contrastada e carregada de simbolismos desenvolvida pelo cinema expressionsta alemão: essa era a iluminação ideal para Dreyer, que ambicionava mapear o universo interior de seus personagens. Em Vampyr, o uso do fundo branco tornou fantasmagórica a composição das sombras, que adquirem vida própria e autônoma quando os personagens caem no sono ou entram na dimensão do sobrenatural. Seus personagens vivem entre luzes e sombras, e por vezes os espíritos parecem mais vivos que os viventes.

De volta à Dinamarca, Dreyer cotinuou a ter seus projetos rejeitados, seja pelos produtores, seja pelo público. Ficou mais de dez anos sem realizar outro longa-metragem, mantendo-se ativo realizando apenas curtas-metragens, e dirigindo o maior cinema de Copenhague.

Finalmente, um crítico de cinema chanou a atenção dos produtores para o desperdício da nação em relação a seu maior cineasta, e deram a Dreyer uma nova oportunidade: Vredens Dag (Dias de ira, 1943).

A ação do filme passa-se no século XVII. As expressões dos atores são aí mais ressaltadas pelas vestimentas e pelas paixões que marcam a história do velho pastor que desposa uma jovem em segundas núpcias: quando o filho mais velho retorna e conhece a nova esposa do pai, nasce um idílio entre a mãe e o enteado da mesma idade, sob o olhar severo da sinistra sogra e avó. O ódio eleva-se contra a jovem adúltera e, quando o marido morre, ela é acusada de feitiçaria.

Ordet (A palavra, 1955), talvez a obra máxima de Dreyer, é um filme fortemente influenciado pela filosfia de Soren Kierkegaard.Adaptado da peça de Kaj Munk, trata do conflito entre a razão e a fé na vida de duas famílias camponesas na Dinamarca. A simplicidade de sua narrativa é de uma tal perfeição formal que, depois de ver esse filme, podemos passar a acreditar em milagres.

Gertrud (1964) foi o último filme de Dreyer. Baseado na peça de Hjalmar Soderberg, mostra o desencanto de uma mulher (Nina Pens Rode) diante do amor, vivendo um casamento sem perspectivas e se decepcionando com um jovem amante, que se revela vulgar e abaixo de suas expectativas amorosas. Elaopta pela solidão. Foi o último filme de Dreyer, bastante criticado à época por sua teatralidade, mas coerente e perfeito em seu anacronismo.

Carl Dreyer foi o cineasta que mais e melhor trabalhou o tema da Inquisição. Filho de uma mae solteira, que o abandonou num orfanato e que teve, ao morrer, por ser pobre e solteira, o corpo retalhado por médicos legistas, Dreyer constrói, filme após filme, uma estética do Sagrado, mostrando mulheres martirizadas  por uma sociedade intolerante.

Ultrapassando os limites técnicos do cinema e captando a expressão da alma de seus personagens, Dreyer realizou um cinema centrado nos atores e, mais ainda, nas atrizes. Não em suas palavras, que ele reduzia ao essencial, mas em seus rostos, que exprimiam algo de seu próprio passado.

Dreyer queria chegar à objetividade psicológica de seus personagens vasculhando suas almas, fazendo falar seus silêncios, seus gestos e olhares mudos, produzindo uma senação de estranhamento ao tornar perfeitamente verossímeis os ambientes onde a ação metafísica se desenrolava: “A arte deve descrever a vida interior e não a vida exterior”, declarou. Dreyer morreu em 1968, quando se preparava para rodar A vida de Jesus.

O cineasta Lars von Trier, que tem Dreyer por seu “deus”, tendo filmado para a TV um roteiro até então inédito de Dreyer, Medea (1988), deu à sua série de TV o mesmo nome do jornal fundado por Dreyer, Riget (O Reino, 1994), nome do hospital assombrado dentro do qual todos os episódios transcorrem.

Filmografia parcial de Carl Dreyer

Präsidenten / Le Président (O Presidente, Dinamarca, 1919).

Prästänken / The Parson’s Widow / La quatrième alliance de dame Marguerite (A quarta aliança da senhora Margarida, Suécia, 1920).

Blade af Satans Bog / Leaves out of the Book of Satan / Pages arrachées au livre de Satan (Páginas do livro de Satã, Dinamarca, 1920).

Die Gezeichneten / Aimez-vous les uns les autres (Amai-vos uns aos outros, Alemanha, 1922).

Der Var Engang / Il était une fois (Era uma vez, Dinamarca, 1922).

Mikael (Michael, Alemanha, 1924).

Du Skal Aere Din Hustru / Master of the House / Le Maitre du logis (A queda do tirano / O amo da casa / Você deve respeitar sua mulher, Dinamarca, 1925).

Glomdalsbruden / La fiancée de Glomdale / The Bride of Glomdal (A noiva de Glomdal, Noruega / Suécia, 1926).

La Passion de Jeanne D’Arc (A paixão de Joana d’Arc / O martírio de Joana d’Arc / O processo de Joana d’Arc, França, 1928).

Vampyr / L’étrange aventure de David Grey (O Vampiro, Alemanha, 1932).

Vredens Dag / Dies Irae (Dias de cólera / Dias de ira, Dinamarca, 1943).

De naede faergen (A travessia, Dinamarca, 1948, 11′).

Thorvaldsen (O grande escultor, Dinamarca, 1949, 10′).

Ordet (A palavra, Dinamarca, 1955).

Gertrud (Gertrude, Dinamarca, 1964).

Filmografia sobre Carl Dreyer

My Metier (Radiografia da alma, Dinamarca, 1995)

Carl Dreyer

Bibliografia

DELAHAYE, Michel. Entrevista com Carl Dreyer, in AAVV. A política dos autores. Lisboa: Livros de Cinema / Assírio & Alvim, 1976, p. 279-316.

DREYER, Carl Theodor. Jesus de Nazaré: a última grande obra de um grande cineasta. Trad.: Cecília Camargo Bartalotti. São Paulo: Martins Fontes, 2012.

DREYER, Carl. “As raízes do antissemitismo”, in DREYER, Carl Theodor. Jesus de Nazaré: a última grande obra de um grande cineasta. Trad.: Cecília Camargo Bartalotti. São Paulo: Martins Fontes, 2012.

DREYER, Carl. “Minha única grande paixão”, in DREYER, Carl Theodor. Jesus de Nazaré: a última grande obra de um grande cineasta. Trad.: Cecília Camargo Bartalotti. São Paulo: Martins Fontes, 2012.

DREYER, Carl. “Quem crucificou Jesus?”, in DREYER, Carl Theodor. Jesus de Nazaré: a última grande obra de um grande cineasta. Trad.: Cecília Camargo Bartalotti. São Paulo: Martins Fontes, 2012.

FELLINI, Federico. [Sem título], in DREYER, Carl Theodor. Jesus de Nazaré: a última grande obra de um grande cineasta. Trad.: Cecília Camargo Bartalotti. São Paulo: Martins Fontes, 2012.

MONTY, Ib. “Carl Theodor Dreyer”, in DREYER, Carl Theodor. Jesus de Nazaré: a última grande obra de um grande cineasta. Trad.: Cecília Camargo Bartalotti. São Paulo: Martins Fontes, 2012.

NAZARIO, Luiz. Autores do Cinema: Carl Dreyer. Disciplina de Pós-Graduação em Artes da EBA-UFMG. Código: EBA 812-A. Carga horária: 30 horas-aula. Período: 10 a 20 de março de 2014. Ementa: Um estudo da obra do cineasta dinamarquês Carl Dreyer. Programa: (1) O Presidente (1919); (2) A quarta aliança da senhora Margarida (1920); (3) Michael (1924); (4) A paixão de Joana d’Arc (1928); (5) O vampiro (1932); (6) Dias de ira (1943); (7) A palavra (1955); (8) Gertrude (1964). Avaliação: Participação, Seminário, Monografia.

RENOIR, Jean. “O pecado de Dreyer”, in DREYER, Carl Theodor. Jesus de Nazaré: a última grande obra de um grande cineasta. Trad.: Cecília Camargo Bartalotti. São Paulo: Martins Fontes, 2012.

SÉMOLUÉ, Jean. “Carl Th. Dreyer, 1889-1968”, in AAVV. Anthologie du Cinéma, tome 6, p. 105-160.

THOMSEN, Preben. “Trabalhando com Dreyer”, in DREYER, Carl Theodor. Jesus de Nazaré: a última grande obra de um grande cineasta. Trad.: Cecília Camargo Bartalotti. São Paulo: Martins Fontes, 2012.

TRUFFAUT, François. [Sem título], in DREYER, Carl Theodor. Jesus de Nazaré: a última grande obra de um grande cineasta. Trad.: Cecília Camargo Bartalotti. São Paulo: Martins Fontes, 2012.

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Publicado por em 11 de maio de 2014 em Sem categoria

 

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CATÁLOGO DE PRODUÇÕES

001. CATÁLOGO DE PRODUÇÕES

LIVROS

NOGUEIRA, Myriam Pessoa. Hoje é dia de Maria Borralheira – intertextualidades da minissérie televisiva. Belo Horizonte: Editora Mineiriana, 2014, 125p. ISBN: 9788567707006.

ARTIGOS EM PERIÓDICOS

GERACE, Rodrigo. Intermidialidade em DogvilleRevista do Programa de Pós-Graduação da Escola de Belas Artes da UFMG. Belo Horizonte, vol. 1, p. 75-87, 2009.

NOGUEIRA, Myriam Pessoa. Adaptações literárias para minisséries de TV: o caso de A muralha de Dinah Silveira de Queiroz. Revista Asa Palavra. Faculdade ASA, Brumadinho, nº 14, v. 1 jan./jul. 2011, p. 21-31.

NOGUEIRA, Myriam Pessoa. Análise contrastiva entre obras de Mia Couto e Peregrino Jr. Revista Asa Palavra. Faculdade ASA, Brumadinho, nº 15, v. 1, ago./dez. 2011, p. 55-66.

TEIXEIRA, Clara. Cinejornal Brasileiro: eugenia adaptada no Estado Novo.  Revista Científica de Artes da FAP, vol. 8, artigo 010, Curitiba, v.8, p. 163-180, jul./dez. 2011. PDF do artigo: http://www.fap.pr.gov.br/arquivos/File/extensao/Arquivos2011/Revista%20Cinetifica%20FAP/Revista_Cientifica_08/RevistaCientificaFAP_Vol8_Artigo010.pdf.

ARTIGOS EM ANAIS DE EVENTOS

NOGUEIRA, Myriam Pessoa. Vestígios da linguagem fílmica na estrutura teatral. Anais do II Seminário Nacional de Pesquisa em Teatro – O ator e a cena contemporânea. Uberlândia: UFU, 2012, v. 1. p. 217-229.

TEIXEIRA, Clara. O esporte no cinejornal brasileiro e a legitimação do Estado Novo. IV Encontro dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação Social de Minas Gerais (ECOMIG). 12 p. Disponível em: http://ecomig2011.files.wordpress.com/2011/09/gt2_teixeira.pdf. Ativo em 09/05/2014.

ARTIGOS EM JORNAIS E MAGAZINES

GERACE, Rodrigo. O beijo cinematográficoRevista da Livraria Cultura, São Paulo, edição 53, dez. 2011.

GERACE, Rodrigo. Um cinema que já diz seu nomeRevista Com’Out, n°1. Lisboa, 2011, p. 75.

GERACE, Rodrigo. Com (ou sem) prazer: sexo e erotismo no cinema contemporâneoRevista da Livraria Cultura. São Paulo, setembro, 2012.

GERACE, Rodrigo. Desejo e erotismo no cinema de AlmodóvarFolder Mostra Almodóvar. SESC Araraquara, 2011.

GERACE, Rodrigo. Lars von Trier: o provocador. Revista da Cultura, São Paulo, 02 set. 2013.

ARTIGOS EM BLOGS

LA CARRETA, Marcelo. O computador tem um ‘segredinho’: seu verdadeiro nome é Cartrivision! Blog Cinema de arquivo, 05/10/2011. Disponível em: http://cinemadearquivo.wordpress.com/2011/10/05/o-%E2%80%98segredinho%E2%80%99-do-divx-seu-nome-real-e-cartrivision/. Ativo em 09/05/2014.

OUTRAS PRODUÇÕES BIBLIOGRÁFICAS

GERACE, Rodrigo. Texto de orelha de capa do livro O cinema errante, de Luiz Nazario. São Paulo: Perspectiva, 2013.

PARTICIPAÇÕES EM EVENTOS

GERACE, Rodrigo. As heroínas no cinema de Lars von Trier. Palestra dentro da Semana de Estudos em Comunicação (SECOM) do Curso de Jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto, Minas Gerais, 14 de março de 2013.

GERACE, Rodrigo. O sexo silencioso: o arquivo pornográfico do cinema mudo. Palestra dentro do 1º Seminário de Preservação Audiovisual em Belo Horizonte. Minas Gerais, Belo Horizonte, 5 de outubro de 2013.

GERACE, Rodrigo. Representações cinematográficas do sexo paranoico. Seminário dentro da disciplina O cinema paranoico, de Luiz Nazario, na Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2011.

GERACE, Rodrigo. Sexo e cinema: existem limites entre cinema e pornografia? Debate com Jorge Leite Jr. e Flavia Cesarino Costa, dentro do projeto Chá das Seis, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Carlos, 07 de abril de 2014.

GERACE, Rodrigo. Sexo, erotismo e experimentalismo no cinema mudo. Palestra dentro do Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, Fórum das Artes 2013, Ouro Preto, 13 e 14 de julho de 2013.

TEIXEIRA, Clara. O esporte no cinejornal brasileiro e a legitimação do Estado Novo. IV Encontro dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação Social de Minas Gerais (ECOMIG). Disponível em: http://ecomig2011.files.wordpress.com/2011/09/gt2_teixeira.pdf, 12 p. Ativo em 09/05/2014.

PARTICIPAÇÕES EM BANCAS

GERACE, Rodrigo (Titular); BENOSKI, Diogo (Titular); NAZARIO, Luiz (Orientador). Flávia Fleury Coelho da Fonseca: A loucura confinada no cinema. Dissertação de Mestrado em Artes Visuais, Escola de Belas Artes, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2011.

MÍDIA

GERACE, Rodrigo.  (Sem) Vergonha! Entrevista com Rodrigo Gerace. Revista Bianchinni. Sorocaba, fevereiro de 2014, p. 18-20.

GERACE, Rodrigo.  Cenas de sexo sempre existiram e não deviam mais chocar. Entrevista com Rodrigo Gerace. TV UOL. 09 março de 2014. Disponível em http://tvuol.uol.com.br/video/cenas-de-sexo-sempre-existiram-e-nao-deviam-mais-chocar-diz-pesquisador-04024C1A386CC0C94326. Ativo em 30/04/2014.

GERACE, Rodrigo.  Cinema explícito. Entrevista com Rodrigo Gerace. Programa Metrópolis, TV Cultura, 27 de fevereiro 2014. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=K9L9mTUwaxw.  Ativo em 30/04/2014.

GERACE, Rodrigo.  Ninfomaníaca – parte I. Entrevista com Rodrigo Gerace. Canal Arte 1, em23 de março de 2014. Disponível em http://arte1.band.uol.com.br/arte-1-em-movimento/. Ativo em 30/04/2014.

GERACE, Rodrigo.  Ninfomaníaca – parte II. Entrevista com Rodrigo Gerace. Canal arte 1, em 30 abril de 2014. Disponível em http://arte1.band.uol.com.br/arte-1-em-movimento/. Ativo em 30/04/2014.

GERACE, Rodrigo.  Pelo buraco da fechadura. Entrevista com Rodrigo Gerace a Mariana Marinho. Revista Cult, maio de 2013. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2013/05/pelo-buraco-da-fechadura/. Ativo em 09/05/2014.

GERACE, Rodrigo.  Pornomania. Entrevista com Rodrigo Gerace. Folha de São Paulo, Ilustrada. São Paulo, 08 jan. 2014.

NOGUEIRA, Myriam Pessoa. A direção de fotografia em minisséries da TV Globo. Entrevista com Myriam Pessoa Nogueira. Revista Asa Palavra. Revista Asa Palavra. Faculdade ASA, Brumadinho, nº 17, v. 1, ago./dez. 2012, p. 93-109.

NOGUEIRA, Myriam Pessoa. Direção de arte: cenografia e produção de arte das minisséries da TV Globo – parte II.Entrevista com Myriam Pessoa Nogueira. Revista Asa Palavra. Faculdade ASA, Brumadinho, nº n. 17, v. 1, ago./dez. 2012, p. 111-133.

NOGUEIRA, Myriam Pessoa. Direção e produção de arte em minisséries – parte I. Entrevista com Myriam Pessoa Nogueira. Revista Asa Palavra. Faculdade ASA, Brumadinho, nº 17, v. 1, ago./dez. 2012, p. 135-152.

NOGUEIRA, Myriam Pessoa. Pós-Produção das minisséries da TV Globo. Entrevista com Myriam Pessoa Nogueira. Revista Asa Palavra. Faculdade ASA, Brumadinho, nº 17, v.1, ago./dez, 2012, p.153-168.

PRODUÇÕES TÉCNICAS

GERACE, Rodrigo.  Pesquisa de conteúdo para a exposição CinePrivê: O erotismo no cinema do SESC Vila Mariana, São Paulo, de 02/05 a 28/07/2013. Programação disponível em: http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/busca.cfm?conjunto_id=10927. Ativo em 06/05/2013.

GERACE, Rodrigo. Criação e atualização periódica do blog CinePersona, com artigos e ensaios sobre cinema. Disponível em: http://www.cinepersona.com. Ativo em 01/05/14.

TEIXEIRA, Clara. Criação do blog Cinema, Publicidade e Comunicação, 2011. Disponível em: http://www.clarateixeira.com. Ativo em 04/12/2011.

CAPACITAÇÃO

GERACE, Rodrigo. Curso de Gestão Cultural. Centro de Pesquisa e Formação do SESC São Paulo. Carga horária: 400 horas.

 
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Publicado por em 12 de abril de 2013 em Catálogo de Produções

 

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